Surfando pela internet no dia de hoje, me deparo com um pequeno destaque e espaço que ganhei no blog do Surf On line. Após expor minha decepção com um evento de surf que não ocorre mais por falta de verba, o evento que levou o nome de CONGRESSURF.
Quem quiser conferir é só acessar o link abaixo:
http://surfabout.blogspot.com/2010_09_01_archive.html
sábado, 12 de março de 2011
Rip Curl Grom Search AO VIVO
Confira o Rip Curl Grom Search AO VIVO de Saquarema:
link:
www.br.ripcurl.com/gromsearch11_aovivo
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sexta-feira, 11 de março de 2011
TEXTOS ARTUR BENDER
Abaixo, dois textos retirados do blog do publicitário Artur Bender. Ambos para uma boa analise e sabermos se estamos agindo corretamente quando se trata de Personal Branding.
Os dois vetores do personal branding
Em planos de personal branding utilizamos basicamente dois vetores para analisar a marca e determinar qual a melhor estratégia para a carreira: longevidade e visibilidade da marca. A combinação destes dois vetores determina o seu prêmio como marca (seu valor como marca profissional).
O primeiro vetor (linha horizontal) diz respeito ao gerenciamento da marca pelo ponto de vista da posição ocupada no momento no ciclo de vida do produto (produto= você como marca). Você está entrando no mercado? Você é uma marca respeitada, consolidada, madura no mercado? Ou você é uma marca conhecida, mas declinante, no final do ciclo que precisa ser reinventada? Esse vetor influencia diretamente o seu valor como marca - o quanto lhe pagam a mais do que pagariam para outro profissional fazer a mesma coisa. Ajuda você a pensar no longo prazo e a realizar movimentos táticos agora, mas sempre pensando no impacto desses movimentos no futuro. Ajuda a fazer você pensar carreira como um ciclo e entender que em cada ciclo vai requerer um certo esforço e uma determinada estratégia.
O segundo vetor (vertical) analisa a visibilidade alcançada como marca - a sua imagem no mercado, e por conseqüência, também o seu valor prêmio (quanto lhe pagam como marca). Por esse vetor você analisa em que ponto você está com relação aos seus pares no mercado. Você pode ser uma estrela do mercado (referência do setor). Você pode ser um profissional de sucesso (conhecido e respeitado no mercado), pode ser um profissional mediano (e ganhar como a média) como a grande maioria e pode ser um perdedor - aquele que nem consegue atuar no mercado profissional. Triste, mas estes nem vão contar nas estatísticas.
Quando elaboramos planos de personal branding estes dois vetores passam a ser referência e filtro em praticamente todos os movimentos. É deles a nossa base para análise inicial de forças e fraquezas da marca e é deles a visão de marca para que possamos determinar a melhor estratégia.
Não desgrude os olhos do seu objetivo
Você precisa visualizar sua carreira sob a forma de uma treliça. Movimentos diagonais em direção ao alto.
Não se consegue mais um crescimento vertical sempre ascendente como antes. Isso significa que você precisa visualizar um ponto lá na frente (seus objetivos de longo prazo) e estabelecer uma estratégia que permita movimentos laterais ou diagonais, (movimentos táticos) sempre que preciso, em direção àquele ponto.
O que isso significa na prática?
Significa que em um dado momento, talvez você precise abrir mão de uma empresa grande e muito estruturada para mudar-se para uma empresa menor com o objetivo de obter experiência num cargo mais elevado e, depois tentar voltar para uma grande, numa posição mais interessante. Ou fazer exatamente o contrário: trocar um cargo bom por um menor só para entrar numa empresa maior. Esse é um exemplo de movimento não ascendente, mas que pode ser estratégico para ascensão na carreira. Um outro exemplo seria um movimento lateral, aparentemente estacionário na carreira, mas um movimento lateral de preparação numa determinada área para que você se capacite a um novo salto ascendente. Este é outro exemplo. Podemos descrever muitos deles.
Mas o essencial é que você compreenda que para fazer isso você precisa nunca desgrudar os olhos do ponto lá na frente. Nunca perder essa referência. Visualizando o horizonte e não perdendo o foco, você consegue entender melhor os movimentos necessários para chegar lá. E isso passa a ser um uma espécie de filtro para tomada de decisões em alguns momentos especiais da vida profissional. Um salário maior pode não significar ascensão na carreira se lhe desviar dos seus objetivos. Já pensou nisso! Como aceitar um cargo menor, ganhando menos, pode não ser retrocesso, mas avanço, desde que isso faça parte da sua estratégia para chegar lá.
Só que para estabelecer uma estratégia você precisa ter um objetivo de longo prazo. O tal ponto lá na frente! Você não tem? Pense nisso, então. Você tem. Ótimo. Então não desgrude, nunca, os olhos dele! Talvez amanhã você precise tomar uma decisão difícil e isso vai fazer toda a diferença.
Os dois vetores do personal branding
Em planos de personal branding utilizamos basicamente dois vetores para analisar a marca e determinar qual a melhor estratégia para a carreira: longevidade e visibilidade da marca. A combinação destes dois vetores determina o seu prêmio como marca (seu valor como marca profissional).
O primeiro vetor (linha horizontal) diz respeito ao gerenciamento da marca pelo ponto de vista da posição ocupada no momento no ciclo de vida do produto (produto= você como marca). Você está entrando no mercado? Você é uma marca respeitada, consolidada, madura no mercado? Ou você é uma marca conhecida, mas declinante, no final do ciclo que precisa ser reinventada? Esse vetor influencia diretamente o seu valor como marca - o quanto lhe pagam a mais do que pagariam para outro profissional fazer a mesma coisa. Ajuda você a pensar no longo prazo e a realizar movimentos táticos agora, mas sempre pensando no impacto desses movimentos no futuro. Ajuda a fazer você pensar carreira como um ciclo e entender que em cada ciclo vai requerer um certo esforço e uma determinada estratégia.
O segundo vetor (vertical) analisa a visibilidade alcançada como marca - a sua imagem no mercado, e por conseqüência, também o seu valor prêmio (quanto lhe pagam como marca). Por esse vetor você analisa em que ponto você está com relação aos seus pares no mercado. Você pode ser uma estrela do mercado (referência do setor). Você pode ser um profissional de sucesso (conhecido e respeitado no mercado), pode ser um profissional mediano (e ganhar como a média) como a grande maioria e pode ser um perdedor - aquele que nem consegue atuar no mercado profissional. Triste, mas estes nem vão contar nas estatísticas.
Quando elaboramos planos de personal branding estes dois vetores passam a ser referência e filtro em praticamente todos os movimentos. É deles a nossa base para análise inicial de forças e fraquezas da marca e é deles a visão de marca para que possamos determinar a melhor estratégia.
Não desgrude os olhos do seu objetivo
Você precisa visualizar sua carreira sob a forma de uma treliça. Movimentos diagonais em direção ao alto.
Não se consegue mais um crescimento vertical sempre ascendente como antes. Isso significa que você precisa visualizar um ponto lá na frente (seus objetivos de longo prazo) e estabelecer uma estratégia que permita movimentos laterais ou diagonais, (movimentos táticos) sempre que preciso, em direção àquele ponto.
O que isso significa na prática?
Significa que em um dado momento, talvez você precise abrir mão de uma empresa grande e muito estruturada para mudar-se para uma empresa menor com o objetivo de obter experiência num cargo mais elevado e, depois tentar voltar para uma grande, numa posição mais interessante. Ou fazer exatamente o contrário: trocar um cargo bom por um menor só para entrar numa empresa maior. Esse é um exemplo de movimento não ascendente, mas que pode ser estratégico para ascensão na carreira. Um outro exemplo seria um movimento lateral, aparentemente estacionário na carreira, mas um movimento lateral de preparação numa determinada área para que você se capacite a um novo salto ascendente. Este é outro exemplo. Podemos descrever muitos deles.
Mas o essencial é que você compreenda que para fazer isso você precisa nunca desgrudar os olhos do ponto lá na frente. Nunca perder essa referência. Visualizando o horizonte e não perdendo o foco, você consegue entender melhor os movimentos necessários para chegar lá. E isso passa a ser um uma espécie de filtro para tomada de decisões em alguns momentos especiais da vida profissional. Um salário maior pode não significar ascensão na carreira se lhe desviar dos seus objetivos. Já pensou nisso! Como aceitar um cargo menor, ganhando menos, pode não ser retrocesso, mas avanço, desde que isso faça parte da sua estratégia para chegar lá.
Só que para estabelecer uma estratégia você precisa ter um objetivo de longo prazo. O tal ponto lá na frente! Você não tem? Pense nisso, então. Você tem. Ótimo. Então não desgrude, nunca, os olhos dele! Talvez amanhã você precise tomar uma decisão difícil e isso vai fazer toda a diferença.
quinta-feira, 10 de março de 2011
QUIKSILVER PRO 2011 - SNAPPER ROCKS/AUS
E ai pessoal, como foram as férias de vocês? Espero que as melhores possíveis.
Bom, estou entrando no ritmo e começando a escrever e tentar manter certa assiduidade por aqui.Volto falando sobre o Quiksilver Pro 2011 em Snapper Rocks, Austrália.
Como todos sabemos o ganhador desta etapa foi Kelly Slater, vencendo a final contra o australiano Taj Burrow. Slater levou a melhor com notas 5.27 e 5.93 contra 3.0 e 7.17 de Taj, fechando com maior média e largando na frente na disputa pelo mundial e quem sabe conquistar o seu 11º título. Vocês acredita? Eu não sou louco de duvidar. Abaixo palavras do "mestre" sobre seu futuro:
- Cada vez que você vence é um sentimento diferente. Tento aprender sempre com as vitórias, mas é mais fácil aprender quando você não vai bem, pois comete erros - disse, em entrevista ao site "Surfing Life".
Uma questão que sempre é levantada quanto Kelly vence algumas baterias/estapas é que o mesmo levou vantagem, que não foi merecido, que seu oponente foi melhor e merecia a vitória. Então fica ai uma pergunta: "Vocês concordam com esta questão? Acham mesmo que as vezes é facilitada alguma vitória a Slater?"
Eu particularmente acredito que isso até possa ocorrer, mas de maneira alguma devemos dizer que o mesmo não mereceu alguma de suas vitórias. Acredito e acho difícil de alguém discordar que se ele leva alguma vantagem é pelo surf que apresentou todo esse tempo, não acham? Minha humilde opinião.
Resultados da primeira etapa do WT:
1 - Kelly Slater (EUA)
2 - Taj Burrow (AUS)
3 - Tiago Pires (POR)
3 - Jordy Smith (AFS)
5 - Dusty Payne (HAV)
5 - Matt Wilkinson (AUS)
5 - Alejo Muniz (BRA)
5 - Brett Simpson (AUS)
9 - Adriano de Souza (BRA)
13 - Jadson André (BRA)
13 - Heitor Alves (BRA)
25 - Raoni Monteiro (BRA)
Agora a próxima etapa será em Bells Beach, Austrália, entre os dias 19 a 30 de abril.
Bom, estou entrando no ritmo e começando a escrever e tentar manter certa assiduidade por aqui.Volto falando sobre o Quiksilver Pro 2011 em Snapper Rocks, Austrália.
Como todos sabemos o ganhador desta etapa foi Kelly Slater, vencendo a final contra o australiano Taj Burrow. Slater levou a melhor com notas 5.27 e 5.93 contra 3.0 e 7.17 de Taj, fechando com maior média e largando na frente na disputa pelo mundial e quem sabe conquistar o seu 11º título. Vocês acredita? Eu não sou louco de duvidar. Abaixo palavras do "mestre" sobre seu futuro:
- Cada vez que você vence é um sentimento diferente. Tento aprender sempre com as vitórias, mas é mais fácil aprender quando você não vai bem, pois comete erros - disse, em entrevista ao site "Surfing Life".
Uma questão que sempre é levantada quanto Kelly vence algumas baterias/estapas é que o mesmo levou vantagem, que não foi merecido, que seu oponente foi melhor e merecia a vitória. Então fica ai uma pergunta: "Vocês concordam com esta questão? Acham mesmo que as vezes é facilitada alguma vitória a Slater?"
Eu particularmente acredito que isso até possa ocorrer, mas de maneira alguma devemos dizer que o mesmo não mereceu alguma de suas vitórias. Acredito e acho difícil de alguém discordar que se ele leva alguma vantagem é pelo surf que apresentou todo esse tempo, não acham? Minha humilde opinião.
Resultados da primeira etapa do WT:
1 - Kelly Slater (EUA)
2 - Taj Burrow (AUS)
3 - Tiago Pires (POR)
3 - Jordy Smith (AFS)
5 - Dusty Payne (HAV)
5 - Matt Wilkinson (AUS)
5 - Alejo Muniz (BRA)
5 - Brett Simpson (AUS)
9 - Adriano de Souza (BRA)
13 - Jadson André (BRA)
13 - Heitor Alves (BRA)
25 - Raoni Monteiro (BRA)
Agora a próxima etapa será em Bells Beach, Austrália, entre os dias 19 a 30 de abril.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Sejam interativos
Pessoal, só estou passando para pedir e informar o seguinte, este blog não é apenas para que eu exponha minhas idéias e interesse sobre algum assunto e sim para quer todos participem, dando sugestões, fazendo críticas, dentro da proposta é claro. Quem tiver alguma matéria que ache interessante, dica de livro, enfim, preciso da ajuda de vocês para trazer sempre coisas legais, conto também para que tenha cada vez mais seguidores no blog. OBRIGADO!!!
Um grande abraço,
Rodrigo Michel
Pessoal, só estou passando para pedir e informar o seguinte, este blog não é apenas para que eu exponha minhas idéias e interesse sobre algum assunto e sim para quer todos participem, dando sugestões, fazendo críticas, dentro da proposta é claro. Quem tiver alguma matéria que ache interessante, dica de livro, enfim, preciso da ajuda de vocês para trazer sempre coisas legais, conto também para que tenha cada vez mais seguidores no blog. OBRIGADO!!!
Um grande abraço,
Rodrigo Michel
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O Surf só perde para o Futebol em número de praticantes masculinos no Brasil, e assim mesmo um congresso deste esporte não acontece por falta de verba??
E ai pessoal, tudo certo?
Depois mais um tempo sem postar algo, venho trazer uma curiosidade e também fazer um apelo aos interessados. Estava navegando na internet por esses dias e descobri que Porto Alegre(RS) foi sede e pioneiro ao realizar um congresso para tratar a situação do Surf no Brasil, o chamado CONGRESURF, onde foram abordados vários temas, ou seja, foi falado sério sobre o futuro do esporte no nosso país. O evento foi realizado em dois anos consecutivos 2006 e 2007, onde foram realizadas palestras com grandes nomes do esporte, nacional e internacional. O terceiro CONGRESURF ainda não aconteceu, acreditem, por falta de apoio e patrocínio para realização do evento, que não conta com grandes custos e que tem grande valor agregado. Mostro aqui um pouco de minha indignação em saber que um evento como esse não aconteceu mais por falta de incentivo, e não falo só no surf, mas de diversos outros esportes, quais não têm "apoio" e nem são tão valorizados como o futebol, talvez apoio não seja a palavra certa, pois se analisarmos, nem mesmo o futebol tem uma estrutura de incentivo decente, mas com certeza o investimento é muito maior - Alguém discorda??
Assim atrevo-me a fazer outra pergunta - Onde estão as marcas, empresas do ramo que não contribuindo para o esporte que são a razão de sua existência? Este seria um assunto para um livro, mas vou ficando por aqui. Fica o apelo para aqueles que quiserem e puderem contribuir de alguma forma.
O site do do evento: http://www.congressurf.com.br
Quem tiver maior interesse nas informações e também ajudar de alguma forma, lá encontraram os contatos dos responsáveis. Valeu!!!
E ai pessoal, tudo certo?
Depois mais um tempo sem postar algo, venho trazer uma curiosidade e também fazer um apelo aos interessados. Estava navegando na internet por esses dias e descobri que Porto Alegre(RS) foi sede e pioneiro ao realizar um congresso para tratar a situação do Surf no Brasil, o chamado CONGRESURF, onde foram abordados vários temas, ou seja, foi falado sério sobre o futuro do esporte no nosso país. O evento foi realizado em dois anos consecutivos 2006 e 2007, onde foram realizadas palestras com grandes nomes do esporte, nacional e internacional. O terceiro CONGRESURF ainda não aconteceu, acreditem, por falta de apoio e patrocínio para realização do evento, que não conta com grandes custos e que tem grande valor agregado. Mostro aqui um pouco de minha indignação em saber que um evento como esse não aconteceu mais por falta de incentivo, e não falo só no surf, mas de diversos outros esportes, quais não têm "apoio" e nem são tão valorizados como o futebol, talvez apoio não seja a palavra certa, pois se analisarmos, nem mesmo o futebol tem uma estrutura de incentivo decente, mas com certeza o investimento é muito maior - Alguém discorda??
Assim atrevo-me a fazer outra pergunta - Onde estão as marcas, empresas do ramo que não contribuindo para o esporte que são a razão de sua existência? Este seria um assunto para um livro, mas vou ficando por aqui. Fica o apelo para aqueles que quiserem e puderem contribuir de alguma forma.
O site do do evento: http://www.congressurf.com.br
Quem tiver maior interesse nas informações e também ajudar de alguma forma, lá encontraram os contatos dos responsáveis. Valeu!!!
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